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Hype Free Market



Considerada uma nova opção de compras na Barra da Tijuca, o Hype Free Market é um evento inspirado nas consagradas feiras de rua ao redor do mundo, como Chelsea Market e Brooklyn Flea (Nova York), San Telmo (Buenos Aires), Marché aux Puces (Paris), Porta Portese (Roma) e Spitalfields e Brick Lane (Londres); e no Brasil: Benedito Calixto e Feira do Bexiga (São Paulo).

Após o sucesso da primeira edição, que aconteceu no começo de outubro e reuniu aproximadamente 4.000 pessoas no Shopping Cittá America, o novo projeto de Robert Guimarães e Fernando Molinari volta a acontecer no segundo andar do shopping em novo dia e novo horário, no domingo dia 02 de novembro de 11h às 20h.

O Hype Free Market tem entrada franca e mistura brechós tradicionais, brechós 'particulares' (onde pessoas comuns vendem pertences que não usam mais) e expositores denominados 'novos criadores' (entre eles, estilistas e designers da Babilônia Feira Hype, feira idealizada pela dupla e que acontece mensalmente na Zona Sul). O mercado segue a atual tendência do consumo de moda no mundo, onde é cada vez mais comum à realização de feiras alternativas em galerias e shoppings, dando um novo uso a estes locais.

Entre os 160 expositores, estarão mostrando suas criações marcas como: Bezzoura (Moda Feminina), Maria Cris (Moda Feminina), Evapore (Moda Feminina), Folk (Moda Masculina), Viva! (Camisetas Unisex), Litori (Biquinis), BKN Bikinis (Biquinis), Porcelanas Lidia Quaresma (Decoração), Andrea Pires Arte Luminárias (Decoração), Almofadas Dia a Dia (Decoração), entre outras. Entre os estreantes no Hype Free Market estão Carolina Valadares (Biju), Eu Zé (Camisetas), Tô Frida (Biju), Bossa Rio Presentes (Decoração), entre outras.

Na área gastronômica, além de delicias como Acarajé Ciça, Sorvetes Amarena, Mil Sabores (com Crepes e Hot Dog), Blitz Open Bar e o chopp artesanal do Three Monkeys, o tradicional Café Capital, do alto de seus 70 anos de vida, apresenta cardápio diferenciado para eventos com diversos tipos de bebidas feitas com café e chocolate, além de pão de queijo e quiches.


Hype Free Market
Quando? Domingo, 02 de novembro, de 11h às 20h
Onde? Shopping Città America – 2º Andar
Av. Das Américas, 700 - Barra da Tijuca
Quanto? Entrada Franca

Mais informações: (21) 2132-7777 ou pelo site www.citta-america.com

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Reestréia do espetáculo "Febril"

No próximo sábado, dia 1º de novembro, a Cia em Obra reestréia o espetáculo Febril, no Parque das Ruínas. Nesta adaptação da obra O idiota de Dostoiévski as circunstâncias do assassinato de Anastácia Filíppovna se transformam em peças de um quebra-cabeças que são apresentadas pelo olhar do Príncipe Míchkin. O espetáculo interage com uma instalação cênica e banda que toca ao vivo.


Febril é um espetáculo de narrativa fragmentada e intensa. Utilizando do mesmo dispositivo que Dostoiévski se serve em uma de suas novelas curtas, A Doce Criatura, a encenação também começa pelo fim, em busca dos motivos que levaram ao assassinato da personagem controversa. Fantasmas de uma memória atordoada e doentia, os personagens nesta adaptação são partes que ajudam a entender as razões do crime. Imersos em um ambiente decadente, em uma Rússia em processo de transformação, indo ao encontro dos valores ocidentais e perdendo sua tradição única, esses personagens estão perdidos pela crise gerada “com a Morte de Deus”, estão em nova configuração subjetiva de um mundo material e empírico, se afastando cada vez mais de qualquer relação metafísica. Neste cenário de personagens demasiados humanos, um homem cruza seus caminhos, um cristo renegado, um redentor realista e, em última instância, um idiota, o Príncipe Míchkin é a figura da salvação perdida, inútil para o caminho que a humanidade, na visão de Dostoiévski, caminha.

Com uma banda que toca ao vivo ditando o ritmo acelerado da montagem e uma instalação cênica que é formada por luzes em vermelho neon, a atmosfera febril se completa com a narrativa fragmentada e ágil. Atores e atrizes se entregam a experiência de compor personagens intensos e viscerais, que através de torções físicas proporcionam a visão de figuras que perdem o controle de suas atitudes e são devoradas pela força opositora de suas paixões exarcebadas, incontroláveis e avassaladoras a qualquer ideia racionalista. A trilha sonora visa passear pela música eslava e Russa, com influências dos cânticos ortodoxos, mas não deixando de lado o universo dos ritmos brasileiros, o rock, o jazz e outros estilos universais. “Buscamos sonoridades quentes e que visem acompanhar a atmosfera única da poética de Dostoiévski, utilizamos de inúmeros instrumentos e artifícios visando diversificar os arranjos mas mantendo uma referencia e um caminho que remeta as harmonizações da música sacraortodoxa da Russia”, comenta o diretor musical Pedrinhu Junqueira. Já a instalação cênica do artista plástico e iluminador Tomás Ribas (Prêmio Shell 2014 de Melhor Iluminação) é absolutamente pertinente ao espetáculo, pois ela vai diretamente ao encontro das direções que peça toma e deste modo potencializa o tom que a encenação produz. Ela fortalece a atmosfera de intensidade que a obra de Dostoiévski imprime.


Reestréia do espetáculo "Febril"
Quando? Todos os sábados e domingos de novembro, às 19h
Onde? Parque das Ruínas (Galeria)
Rua Murtinho Nobre, 169 - Santa Teresa
Quanto? R$ 30,00

Não recomendado para menores de 14 anos.
Mais informações: (21) 2252-1039

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Os Intolerantes



Os Intolerantes, texto inédito de Carla Faour e Henrique Tavares, dupla responsável por espetáculos que têm se destacado na cena teatral carioca, toma como ponto de partida um fato real, ocorrido no Rio de Janeiro e amplamente noticiado na imprensa, para extrapolar a realidade e discutir, com humor, como a intolerância está presente no nosso cotidiano. Com direção de Henrique Tavares, cenário de José Dias, figurinos de Patricia Muniz, iluminação de Aurélio de Simoni e elenco composto por Ivone Hoffmann, Carla Faour, Celso Taddei, Day Mesquita, Eder Martins de Souza, Juliana Guimarães, Leandro Santanna e Sérgio Abreu, Os Intolerantes é mais um texto da nova safra de autores brasileiros, que nos últimos anos comprova a renovação da dramaturgia nacional com textos que falam da nossa sociedade, que refletem a condição humana dentro da realidade brasileira.

Um jovem acusado de roubar a bolsa de uma senhora é capturado por um morador de Copacabana. As manifestações de apoio e de repúdio à atitude do morador provocam um acalorado debate entre as pessoas que passam pelo local. Entre eles estão um casal que estava indo para uma festa, uma estudante, um ciclista e a própria senhora, vítima do roubo. Nessa atmosfera entre a realidade, o pesadelo, e o delírio, estamos num dia atípico no Rio de Janeiro. Uma manifestação paralisa a cidade. A polícia foi toda deslocada para a área do conflito. O trânsito caótico deixa os personagens à deriva: “náufragos urbanos”. Perdidos numa Copacabana isolada, entregues à própria sorte. Eles se acusam mutuamente, à espera da polícia que nunca chega. O tempo passa e eles têm que decidir sobre o destino de um garoto preso a um poste. “Tenho a sensação de que estamos aqui à séculos”, diz um dos personagens, numa referência ao acúmulo dos vários tipos de intolerâncias e preconceitos ao longo dos tempos.

“No Brasil e no mundo, a convivência entre pessoas de diferentes culturas, classes sociais, etnias, credos e opções sexuais, está na pauta das discussões que norteiam as relações comportamentais de nossa época. A peça lança, através do humor, uma lente de aumento sobre os personagens, a situação absurda, a cidade e o próprio país”, comenta a autora Carla Faour. “Estamos numa cidade-paraíso à beira do caos e acompanhamos personagens que escapam à nossa compreensão. O público torna-se testemunha de uma cena tão inverossímil quanto assustadora, cotidiana e risível. O espetáculo se equilibra sobre esta linha tênue, entre a perplexidade e o delírio”, completa o diretor Henrique Tavares.

Com patrocínio do Banco de Brasil, produção da Janeiro Produções e realização do Centro Cultural Banco do Brasil, Os Intolerantes homenageia os 50 anos de carreira de Ivone Hoffmann.


Os Intolerantes
Quando? 30 de outubro a 21 de dezembro, de quarta a domingo, às 19h
Onde? Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro I
Rua Primeiro de Março, 66 - Centro
Quanto? Ingressos: R$ 10,00

Não recomendado para menores de 14 anos.
Duração: 80 minutos

Mais informações: (21) 3808-2020


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Oficina Arte & Tecnologia com Frederico Dalton



O Núcleo de Imagem e Diálogos com a Arte inicia hoje, dia 20 de abril, às 19h, uma oficina especial: Arte & Tecnologia, com Frederico Dalton, artista visual premiado em vários salões e mostras de arte.

Esta oficina tem por objetivo proporcionar aos artistas e fotógrafos, novos desdobramentos para seu trabalho criativo e se propõem a pensar e realizar trabalhos que articulem a imagem fotográfica, os elementos tridimensionais e o espaço de galerias. Sintetizadas no conceito “foto-instalação”, estas obras utilizam projeções, mecanismos, imagens impressas e recursos multimídia que proporcionem aos espectadores uma experiência não apenas com a imagem, mas também com o próprio corpo e o espaço onde se encontram. O Ateliê da Imagem fica na avenida Pasteur, 453, Urca.

Em seu aspecto teórico, a oficina informará sucintamente sobre os mais significativos artistas da Arte & Tecnologia, apresentando posicionamentos estimulantes aos participantes e provocar uma reflexão sobre a presença da tecnologia no cotidiano e na arte de hoje.

Serão discutidos como exemplo as obras de Marcel Duchamp, Laszlo Molohy-Nagy, Naum Gabo, Nan June Paik, entre outros. No aspecto prático, a oficina vai partir de exercícios de conscientização sobre imagem, luz e espaço para uma criação artística que incorpore tecnologia. Baseia-se no que seriam, segundo o ministrante, os quatros elementos básicos da Arte & Tecnologia: a luz elétrica, a transparência, a tridimensionalidade e o movimento mecânico. Além da utilização de materiais de baixa e alta tecnologia.

Frederico Dalton é formado em comunicação social e cinema pela UFF, Niterói, em 1983. Estudou videoarte na Academia de Arte de Düsseldorf, com Nam June Paik e Nan Hoover, entre 1989 e 1992. Desenvolve pesquisas sobre a imagem, empregando projeção de slides e objetos em suas obras. Em 1998, recebeu o prêmio do Museu de Arte de Brasília.


Oficina Arte & Tecnologia com Frederico Dalton
Quando? Início: dia 20 de outubro, das 19h às 22h (10 aulas)
Onde? Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Avenida Pasteur, 453 - Urca
Quanto? três parcelas R$240,00 ou duas parcelas de R$340,00, ou à vista R$650,00

Mais informações: (21) 2541.3314
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Duo Santoro interpreta grupo Baixo Clero no Méier

Duo Santoro
No próximo dia 17, sexta, às 19:30h, o Méier será palco da estréia de um novo grupo de compositores eruditos do Rio, o projeto Baixo Clero, formado pelos jovens André Codeço, Fábio Monteiro e Jorge L. Santos. E a estréia será em alto nível com o Duo Santoro, prestigiadíssimo duo de violoncelos formado pelos gêmeos Paulo e Ricardo Santoro. Com entrada franca, o concerto será na Igreja Sagrado Coração de Jesus, e terá no programa obras dos três compositores que se conheceram durante o mestrado em composição musical na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de uma peça do compositor convidado Alexandre Espinheira, do grupo baiano OCA. No dia 21, o mesmo recital acontecerá no Auditório da OAB-RJ, no Centro, às 16h, também com entrada franca.

Grupo Baixo Clero
De formações, estéticas e trajetórias independentes, o projeto Baixo Clero tem em comum o fato de escrever música utilizando noções ultrapassadas e rechaçadas pelo alto clero da música contemporânea brasileira, como melodia, forma, harmonia e ritmo. O grupo também procura estabelecer contato direto com o público realizando concertos e apresentações em espaços fora do circuito tradicional da música de concerto, convidando intérpretes e instrumentistas, entre jovens talentos e nomes consagrados, interessados em fazer música para além da exclusiva veneração ao passado.

Programa:
• Fábio Monteiro – Diálogo entre dois violoncelos
• André Codeço – Assincronismos:
   I – Desfigurações
   II – Aurora
   III – Infimezas
• Jorge L. Santos – “Na minha lembrança, ela voa” (para Diana Rosa, in memoriam)
   I - Lamento
   II – Voo acrobático
• Alexandre Espinheira (compositor convidado) – Fantasia Baiana para Dois violoncelos


Duo Santoro interpreta compositores do grupo Baixo Clero

Concerto I
Quando? Sexta, 17 de outubro, às 19h30
Onde? Igreja Sagrado Coração de Jesus
Rua Carolina Santos, 143 – Méier
Quanto? Entrada Franca

Concerto II
Quando? Terça, 21 de outubro, às 16h
Onde? Auditório da OAB-RJ
Marechal Câmera, 210 3º andar - Centro
Quanto? Entrada Franca

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Entredentes


Escrito e dirigido por Gerald Thomas, Entredentes estreia nesta sexta-feira, dia 10 de outubro, no Teatro SESC Ginástico, com Ney Latorraca a frente do elenco luso-brasileiro. A peça é uma crítica bem humorada ao horror que acontece no mundo. Em cena os personagens Ney, Didi e Maria se encontram no Muro das Lamentações.

Foto: ©Rafael Pimenta
“Muros servem para dividir, mas servem para unir, quando caem. E é onde se mija, onde o pau quebra, onde famílias são divididas porque políticos assim o decidem – do dia para noite – (e dá-lhe bomba e dá-lhe tiro!) e é onde pessoas se encostam e trepam e se beijam em nome da paz, e pixam as suas queixas e escalam suas raivas e berram suas questões políticas e suas diferenças sociais! Entredentes tem muros. Muitos deles. Eu os chamo de “muros dos despachos” já que, na minha vida, vi tantos subirem (Berlim, Gaza, etc) e tantos caírem depois de tantas mortes inúteis e de tantos tratados não respeitados. Ney Latorraca é uma espécie de ser mediúnico e meio judeu ortodoxo “homeless” que se plantou ali no Muro das Lamentações”, comenta Gerald Thomas.

Thomas escreveu Entredentes especialmente para Ney Latorraca, Edi Botelho e Maria de Lima, amigos de longa data que ele conhece profundamente e que os dirigiu muitas vezes. Atores, por outro lado, que conhecem profundamente o trabalho de Thomas.

A respeito de como é trabalhar com Gerald Thomas, Maria de Lima, atriz portuguesa radicada em Londres, diz que “é sempre uma aventura e é um processo que não para nunca. E é um processo muito complicado, mas depois extremamente recompensador porque você tem que entrar um pouco no mundo do Gerald. Depois, você tem liberdade total!”. E continua dizendo que “todos os textos do Gerald tem muito dele e de como ele vê o mundo. Muito inteligentemente ele usa o veículo ao seu máximo potencial”.

Sobre como é escrever para seus atores, Thomas explica que “é uma coisa que começou com Julian Beck, que eu dirigi em 1985, em Nova York, e que continuou com as Fernandas (Montenegro e Torres), se chama metalinguagem. Ou seja, eu escrevo para a pessoa, com as idiossincrasias que a pessoa tem. Então eu vou usar o que o ator ou a atriz tem de melhor e o que tem de pior também. Os jeitos, o fenômeno que ela é, a maravilha que ela é, mas também o seu lado negro. Dessa forma eu escrevi e dirigi The Flash an Crash Days (1991) para a Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, escrevi e dirigi Um Circo de Rins e Fígados (2005) para o Marco Nanini, escrevi e dirigi Brasas no Congelador (2006) para o Serginho Groissman, Esperando Bekett para a Marília Gabriela e tantos outros para quem eu escrevi e dirigi também. E essa metalinguagem começou na Beckett Trilogy (1985) que eu dirigi, com o Julian Beck, que é o fundador do Living Theatre, que é um cara que estava morrendo na vida real, já careca da quimioterapia, e no palco ele estava representando o papel de uma pessoa morrendo.”

Entredentes
Quando? 10 de outubro, às 20h (para imprensa e convidados)
Temporada: 11 de outubro a 2 de novembro, de quinta a domingo às 19h
Onde? SESC Ginástico
Av. Graça Aranha, 187 - Centro
Quanto? R$ 20,00

Não recomendado para menores de 16 anos.
Mais informações: (21) 2279-4027

Foto: ©Rafael Pimenta
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