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Picasso e a Modernidade Espanhola

Exposição faz um resumo da obra do mestre andaluz e de outros artistas de seu país




Com cerca de 90 obras a exposição evidencia a influência de Picasso na arte moderna espanhola e os traços mais importantes e originais da sensibilidade artística que o pintor e seus contemporâneos espanhóis imprimiram ao cenário internacional das artes.

A exposição faz referência ao percurso de Picasso como artista e como mito, até chegar à realização de Guernica; à sua relação com mestres da arte moderna espanhola, como Gris, Miró, Dalí, Domínguez e Tàpies, entre outros presentes na mostra; e a suas contribuições para uma noção de modernidade voltada para o tempo presente.

É natural, e quase inevitável, associar a obra de Pablo Picasso ao Cubismo - movimento nascido na primeira década do século passado, cuja característica principal é retratar a realidade por meio de formas geométricas. Mas se há um ponto que a mostra Picasso e a Modernidade Espanhola consegue desmontar com facilidade é a impressão de que o pintor andaluz, um dos principais nomes da história da arte, permaneceu preso a apenas uma corrente artística.

A exposição ocupa a maior parte do primeiro andar do Centro Cultural Banco do Brasil. Nela, é possível notar como o mestre, nascido em Málaga, transita com facilidade entre a arte clássica, o surrealismo e outras correntes, numa mistura de cores e referências visuais que, segundo o curador da exposição, Eugenio Carmona, encontrou um lugar ideal em território carioca.

"Essa mostra já passou por Florença, na Itália, e acabou de ser exibida em São Paulo. Foram experiências ótimas. No entanto, não tenho a menor dúvida em afirmar: o Rio de Janeiro é o local perfeito para ela. O sol, o calor, as cores da cidade têm muita relação com os trabalhos expostos aqui", avalia ele, que também é professor de História da Arte da Universidade de Málaga.

As obras pertencem à coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, que fica em Madri, e estão divididas em oito módulos temáticos. Por meio deles, é possível conhecer a trajetória do artista: os desenhos, a obsessão pela figura feminina, a habilidade na criação de imagens por meio de figuras de geometria (como círculos, linhas retas e triângulos), a associação à figura do Minotauro, e os esboços e pinturas que serviram de preparação para Guernica - a obra mais popular do artista, registro do bombardeio nazista que destruiu a pequena cidade espanhola em 1937, matando 100 civis, e que, por razões de segurança, não pode mais deixar o território espanhol.

"Guernica se transformou em algo bem maior que uma pintura - o quadro passou a ser um símbolo para muitas pessoas que viviam sob ditaduras e que acreditavam que a guerra não era o melhor caminho para se resolver conflitos. Trata-se de um dos pontos mais altos e importantes da arte ocidental", avalia o curador.

Além das criações de Picasso, a mostra é formada por trabalhos de artistas que dialogaram com sua obra e, de uma forma ou de outra, ajudaram a construir aquilo que se convencionou chamar de Modernidade Espanhola. Quadros de Salvador Dalí, Joan Miró, Óscar Domínguez e Juan Gris são vistos em um dos principais salões da exposição, que ficará no CCBB até o dia 7 de setembro.

"O trabalho de Picasso é incrível, mas, a meu ver, quem visitar a mostra não deve se deter apenas no que ele fez. Há verdadeiras obras-primas de todos esses outros mestres. É um conjunto muito rico e variado, incluindo criações de artistas que não se tornaram tão conhecidos quanto ele, como Maruja Mallo, María Blanchard e Jorge Oteiza y de Tàpies. Essa mostra é, sobretudo, uma oportunidade única para refletir sobre a arte moderna e suas narrativas alternativas e pouco convencionais", finaliza Carmona.

Artistas:

Alberto Sánchez
Alfonso Ponce De León
Ángel Ferrant
Antoni Tàpies
Antonio López
Antonio Saura
Aurelio Arteta
Benjamín Palencia
Daniel Vázquez Díaz
Eduardo Chillida
Equipo 57
Esteban Vicente
Francisco Bores
Joan Miró
Joaquim Sunyer
Joaquín Torres-García
José Guerrero
José Gutiérrez Solana
José Val Del Omar
Josep De Togores
Juan Gris
Julio González
Leandre Cristòfol
Manuel Ángeles
Manuel Millares
María Blanchard
Martín Chirino
Maruja Mallo
Ortiz Jorge Oteiza
Óscar Domínguez
Pablo Gargallo
Pablo Palazuelo
Pablo Picasso
Pancho Cossío
Rafael Barradas
Salvador Dalí

Essa exposição foi organizada e realizada em colaboração com o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía e a Fundación Mapfre. Exposição realizada inicialmente na Fondazione Palazzo Strozzi, Florença.

Foto (detalhe): Pablo Ruiz Picasso
Femme assise accoudée (Mulher sentada apoiada sobre os cotovelos) 1939
Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
© Succession Pablo Picasso
AUTVIS, Brasil, 2015.


Picasso e a Modernidade Espanhola
Quando? Quartas às segundas feiras, 24 de junho a 7 de setembro, das 9 às 21h
Onde? Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 - Centro
Quanto? Entrada franca

Mais informações: (21) 3808-2020


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A Casa dos Budas Ditosos

Peça será apresentada pela primeira vez depois da morte do autor João Ubaldo Ribeiro




Com direção e adaptação de Domingos de Oliveira e texto original de João Ubaldo Ribeiro, a montagem, que estreou em 2003, fará curta temporada no Rio de Janeiro, de 26 de junho a 12 de julho. No espetáculo, Fernanda Torres interpreta uma baiana de 68 anos que detalha as incontáveis experiências sexuais que teve ao longo da vida. Em cena, ela conta, com muito humor, histórias de uma mulher que deseja dizer ao mundo que ousou cumprir sua vocação libertina e foi feliz. A Casa dos Budas Ditosos fica em cartaz no Oi Casa Grande às sextas e sábados às 21h e aos domingos às 20h.

Quando Domingos Oliveira leu pela primeira vez a obra de João Ubaldo, percebeu imediatamente o valor dramático do texto. Para escolher a atriz, Domingos pensou que "precisava de alguém que soubesse transitar por todas as idades, pelas diversas fases da personagem". Pareceu ao diretor que deveria ser uma atriz que estivesse "entre os trinta e cinco e quarenta e poucos anos, a melhor idade na vida de qualquer mulher".

Esse recurso simples de utilizar uma mulher jovem para viver uma senhora sexagenária que se lembra de detalhes de toda sua vida acabou por acentuar o discurso libertário da baiana de João Ubaldo. Quem prega, confessa e ri é a mulher no seu ideal de completude, em uma imagem projetada e viva. Essa ilusão contribui para que a viagem sexo-sensorial, proposta por João Ubaldo, aconteça plenamente no teatro. É impossível ficar-se indiferente à seleção de homens e mulheres que a baiana evoca, como também é impossível deixar de associá-los ao nosso próprio memorial afetivo. Esse efeito colateral talvez seja a grande experiência sensorial do espetáculo.

"A narrativa de João Ubaldo Ribeiro contém nítida importância filosófica, disfarçada em folhetins de peripécias sexuais. O personagem sem nome que Ubaldo criou é sem dúvida uma deusa. Ela possui uma liberdade divina almejada na imaginação por todos nós e, na prática, inalcançável por qualquer um de nós", diz Domingos.

Fernanda Torres encontrou neste convite o projeto ideal para experimentar a possibilidade de se fazer teatro apenas com um ator, um texto e um microfone. Era uma vontade antiga que a atriz alimentava desde que assistiu pela primeira vez a um monólogo de Spalding Gray. A contundência do discurso sexual da baiana e a qualidade do texto de João Ubaldo deram segurança para que Domingos de Oliveira e Fernanda Torres optassem pela limpeza absoluta, pondo em prática a máxima: quanto menos, mais. Arriscaram deixar a personagem sentada, acompanhada apenas de alguns objetos, entre os quais o livro Nossa Vida Sexual, de Fritz Khan, e os dois Budas Ditosos - estátuas em miniatura de dois pequenos budas praticando sexo.

A diretora de criação, Daniela Thomas, soube sintetizar nessa simplicidade a luxúria que deu origem ao texto. Utilizando um fundo preto de cenário e uma mesa de vidro, permitiu que a verdadeira arquitetura em cena estivesse presente apenas na caracterização da personagem. Os balangandãs da baiana, jóias, batom, cabelo, peitos, estampa, volúpia e excessos são trazidos em cena por ela; e com ela vão embora.

Ficha técnica:

Texto: João Ubaldo Ribeiro
Com: Fernanda Torres
Direção: Domingos de Oliveira
Dramaturgia: Domingos de Oliveira e Fernanda Torres
Direção de arte: Daniela Thomas
Figurino: Cristina Camargo
Light designer: Wagner Pinto
Operador de som / luz: Giuliano Caratori
Trilha sonora: Jonas Rocha e Domingos de Oliveira
Criação maquiagem: Marcos Padilha
Assistente de direção: Lincoln Vargas
Projeto gráfico: Adriana Marinho
Fotografia: Luciana Prezia
Produtor executivo: Ricardo Rodrigues
Assistente de produção: Elinete Barcellos
Assistente camarim: Izabel Araújo
Produção: Trígonos Produções Culturais
Coprodução: Bonarcado Produções Artísticas
Direção de produção: Carmen Mello


A Casa dos Budas Ditosos
Quando? De 26 de junho a 12 de julho de 2015
Sextas e sábados às 21h, domingos às 20h
Onde? Oi Casa Grande
Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 - Leblon
Quanto?
Plateia VIP - R$ 100,00 / R$ 50,00 (meia)
Plateia Setor 1 - R$ 80,00 / R$ 40,00 (meia)
Balcão Setor 2 - R$ 60,00 /R$ 30,00 (meia)
Balcão Setor 3 - R$ 50,00 /R$ 25,00 (meia)
Camarote - R$ 100,00 /R$50,00 (meia)

Capacidade do teatro: 926 lugares
Gênero: Comédia
Classificação etária: 18 anos
Duração: 90 minutos


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O Mercado - Festival de Inverno

Evento contará com mais de 100 empreendedores de moda, gastronomia e decoração no último final de semana de junho




Na semana que inicia o inverno, O Mercado realiza sua 25ª edição, dedicada à estação mais aconchegante do ano. No mês conhecido pelo Dia dos Namorados e Festas Juninas as sócias Clarissa Muniz e Je Muniz se inspiraram no frio para aquecer os corações com um Festival de Inverno nos dias 27 e 28 de junho, na sede do Fluminense, Zona Sul do Rio de Janeiro. A entrada é franca.

No inverno os dias estão mais curtos, as noites mais longas e todo mundo quer aproveitar um pouco do charme desse período. Por isso não vão faltar roupas, acessórios, presentes e comes e bebes típicos da estação.

Fotos: © Ana Brettas
Com a missão de unir moda, gastronomia, música e arte, O Mercado traz uma forma disruptiva de consumir: direto do produtor, levando a um consumo consciente e indo além do comprar por comprar. Além disso conta com uma programação diferente em cada edição com novas marcas, lançamentos, cardápio e curadoria musical feita DJs Galalau e Lili Phohmann.

Nos dias 27 e 28 de junho marcas como Fécula, Iasmin Serra e De Al Flats farão sua estréia no evento, que contará também as veteranas Carbo Design, Zellig, Paula Ara, Colorado, Alice Lobado e Mesclado. Ao todo serão mais de 100 nomes do cenário criativo ocupando o tradicional Salão Nobre inaugurado em 1920, um espetáculo a parte.

No cardápio quentinho do Chef Gustavo Fonseca do Restaurante Dois Pinheiros o destaque será a sopa de baroa com agrião, que por si só já trás o cheiro da Serra de Teresópolis, local no qual o Chef cultiva seus temperos e verduras orgânicas. Para beber a novidade será o lançamento do Vinho d'lamour desenvolvido pelo Suco que Beleza especialmente para o Festival de Inverno, ele conta com uma mistura de vinho e frutas vermelhas frescas, mas quem busca guloseimas para levar para casa e curtir um filme embaixo do edredom não vai sair de lá de mãos vazias. Entre as opções estão os molhos da Cook Sauce, geléias da Sabores de Família, brigadeiros da É de Chocolate, cupcakes da Epifania Confeitaria, naked cake de churros e brownie de Oreo da Dona Doçura Patisserie.

A tradicional ecobag distribuída aos primeiros clientes será estampada com a ilustração criada pela artista plástica catarinense Lena Muniz exclusivamente para O Mercado - Festival de Inverno, então chegue cedo para garantir a sua!


O Mercado - Festival de Inverno
Quando? 27 e 28 de junho, das 14h às 21h
Onde? Sede do Fluminense
Rua Álvaro Chaves, 41 - Laranjeiras
Quanto? Entrada gratuita

Classificação livre
+ Informações: ei-contato@hotmail.com

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Mergulho ou A Menina que Sangrava Poesia

Livre adaptação do livro O Diário de Anne Frank



O ano de 2015 marca as comemorações dos setenta anos de falecimento da jovem Anne Frank, figura histórica e emblemática que relatou, através de seu diário, as dores de um povo perseguido e massacrado pela segregação racial.

O texto, de César Valentim, que também assina a direção, é uma livre adaptação do livro, O diário de Anne Frank, narrada em terceira pessoa no qual se destacam os conflitos e descobertas de uma adolescente que vive a dicotomia de uma sociedade em meio ao caos instaurado pela Segunda Grande Guerra. O confinamento, a tirania e o preconceito são os principais agentes transformadores de sua visão de mundo, forjando novos valores e uma personalidade questionadora a frente de seu tempo, e suscita discussões acerca de assuntos ainda pertinentes em nossa sociedade atual.

Após um longo trabalho de pesquisa, que tem como referência o expressionismo alemão, o buthô e o teatro-dança, chegamos a uma linguagem que foge do realismo, optando pela personificação da grande e fiel companheira de Anne, durante os anos de confinamento.

Ficha Técnica:

Texto e direção: César Valentim
Atriz: Rita Grego
Cenário: Carolina Lyra
Figurino e Caracterização: Ricardo Rocha
Iluminação: Tiago da Silveira
Preparação Vocal : Fernanda Milward Roncolato
Trilha Sonora: Eduardo Carneiro
Arte gráfica: Ricardo Rocha
Fotografia: Josy de Almeida Vieira e Luis Henrique Vieira
Assistente de Produção: Joel Antônio dos Santos
Produção: Rita Grego


Mergulho ou A Menina que Sangrava Poesia
Quando? Terças, 23 e 30 de junho, às 20h30
Onde? Midrash Centro Cultural
Rua General Venâncio Flores, 184 - Leblon
Quanto? R$ 20,00 (meia) / R$ 40,00 (inteira)

Mais informações: (21) 2239-1800 / 2239-2222


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O arraiá da Arena Jovelina Pérola Negra promete agitar a Pavuna

A festa junina acontecerá no dia 24 de junho, a partir das 18h




A Arena Jovelina está entrando no ritmo das tradicionais festas juninas e preparou uma programação imperdível. O arraiá contará com a presença do Sarau Porreta da Feira de São Cristóvão, o Trio Forró Pé de Serra com Betão da Paraíba, Cia do Risco com o espetáculo Furdunço na Roça e as apresentações de cordéis dos alunos da Escola Estadual Max Fleiuss. A festa começa a partir das 18h horas e a entrada é gratuita.

A festa junina terá atrações para todos o públicos. O Sarau Porreta, que acontece na Feira de São Cristóvão, homenageará o nordeste através de poemas. O espetáculo Furdunço na Roça contará a história de Maria Chiquinha, menina do interior, que sonha em se casar. Com muita música e brincadeira, a peça se passa no interior do Brasil, onde a quadrilha, a ciranda, o boi bumba e o mastro de fita fazem parte da história.

Já o Trio Forró Pé de Serra fará uma apresentação que promete esquentar a noite e não deixar ninguém parado. O repertório do show é composto por músicas que valorizam as tradições regionais. Para finalizar a programação alunos da escola Max Fleiuss apresentarão cordéis.


Arraiá da Jovelina
Quando? Quarta, 24 de junho, às 18h
Onde? Arena Jovelina Pérola Negra
Praça Ênio, s/n -  Pavuna
Quanto? Entrada gratuita

Classificação livre
Mais informações: (21) 2886-3889


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A muito leal e heroica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro

Nos 450 anos do Rio, a exposição conta a história do livro mais importante já escrito sobre a cidade




Das 308 páginas cuidadosamente impressas em papel especial, em Paris, emergem gravuras, desenhos, óleos, mapas, reproduzidos no esplendor de suas cores originais, a partir de reproduções coloridas à mão pelo processo conhecido como aupouchoir (técnica artesanal de colorir com o uso de máscaras individuais para cada cor). Pelas obras de Jean-Baptiste Debret, Victor Frond, Marc Ferrez, Thomas Ender, Angelo Agustini, Victor Meirelles e vários outros artistas, a história do Rio de Janeiro é contada em imagens. O texto de Gilberto Ferrez dá corpo e densidade a uma história de 400 anos, complementada por mapas, documentos e registros diversos. Obra concebida por Raymundo de Castro Maya - colecionador, empresário e responsável pela Comissão dos Festejos do IV Centenário.

Agora, essa incrível obra sai de sua condição de raridade ao ganhar uma edição fac-similar, em formato reduzido. Com design de montagem assinado por Daniela Thomas e Felipe Tassara, a grande exposição no Centro Cultural Correios revela o making-of da publicação. Várias das obras originais reproduzidas no livro, que jamais foram reunidas, podem ser vistas pelo público, que irá conhecer também as minúcias de um projeto editorial inovador, até então sem precedentes no Brasil, realizado com técnicas artesanais e cercado de extremo cuidado.

"Estamos falando de uma preciosidade", comemora Vera Alencar, diretora dos Museus Castro Maya, de quem partiu a ideia de republicar o livro. A edição fac-similar deste livro é o carro-chefe das publicações dos 450 anos, assim como foi no IV Centenário. "É um dos maiores legados da festa", completa. A produtora cultural Julia Peregrino, que divide a curadoria da mostra com o fotógrafo e historiador Pedro Vasquez, comemora o fato de trazer luz sobre essa importante obra, com a exposição e a edição fac-similar do livro.

"Quando trabalhamos na organização do arquivo da Família Ferrez foi que descobrimos que Gilberto Ferrez tinha guardado todos os registros da primeira edição desse livro, inclusive layouts, várias bonecas e um volume considerável de correspondência". "Esse livro foi inaugural em vários campos, observa o também curador Pedro Vasquez. À época, havia pouquíssimos livros sobre o Rio, e a publicação inaugurou essa vertente. E também foi inaugural pela apresentação em si, pelo requinte e pela qualidade, pois Gilberto Ferrez era o maior especialista da época nesse gênero de crônica visual".

Julia Peregrino lembra que o livro levou mais de cinco anos para ser produzido, entre o esboço original e o seu lançamento. A realização da mostra, segundo Julia, só se tornou possível graças à colaboração de várias instituições como os Museus Castro Maya, o Arquivo Nacional, a Biblioteca Nacional, o Instituto Moreira Salles, o Museu da Imperial Irmandade de N.S. da Glória do Outeiro, o Museu Imperial, o Museu Histórico Nacional e o Museu Nacional de Belas Artes, além das coleções particulares das famílias Ferrez e Paula Machado.

A exposição, um novo marco nas comemorações dos 450 anos - traz uma seleção de obras, incluindo a famosa tela de João Francisco Muzzi, que retrata o incêndio que reduziu a cinzas o antigo recolhimento de Nossa Senhora do Parto, em 1789. Há litografias de G. Engelmann do início do século XIX, com vistas da entrada da Baía do Rio de Janeiro e da Igreja da Glória, além de litografias, aquarelas e desenhos de Debret e nos tipos e vendedores ambulantes retratados por Lopes, editados entre 1840 e 1841 pela litografia Briggs. Mapas, esboços, correspondência, layouts e documentos originais de várias épocas, que poucas vezes são exibidos ao público, completam a mostra.


A muito leal e heroica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro
Quando? Das terças aos domingos, até 12 de julho de 2015
Onde? Centro Cultural Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro
Quanto? Evento Gratuito

Realização: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Comitê Rio 450 e Museus Castro Maya/IBRAM/MinC
Curadoria: Júlia Peregrino e Pedro Karp Vasquez
Design de montagem: Daniela Thomas e Felipe Tassara
Produção: FazerArte
Mais informações: (21) 2253-1580


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Robert Rauschenberg - O Inferno de Dante

A exposição promete interagir com o inferno individual de cada visitante em obras do artista texano inspiradas nos poemas de Dante Aligheri



Segue em cartaz no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, até 12 de julho, a exposição Robert Rauschenberg – O Inferno de Dante, que prestigia o público com 34 litogravuras, retratando a melancolia vivida por Dante em seu mais famoso poema. Buscando a total interatividade, os visitantes vão poder ouvir os 34 cantos de Dante, além de movimentar sacos representativos de fardos, espalhados pela área expositiva.

Inédita no Brasil, a mostra mexe com os sentidos e sensações dos visitantes. As 34 litogravuras do artista texano Robert Rauschenberg foram produzidas com base nos 34 cantos (poemas) que compõem a primeira parte do livro A Divina Comédia, do escritor italiano Dante Aligheri, intitulada O Inferno. O público será levado a questionamentos sobre o comportamento social e instigado a perceber os diversos sentimentos presentes em seus conflitos individuais.

Na série produzida por Rauschenberg, o Inferno permeia um estado de espírito, como numa rede que une conquistas à passagem do tempo, ao controle e à liberdade. O Inferno não é perceptível, nem palpável, porém é tangível. Têm dicotomia concomitante de condenar e libertar.

A mostra torna-se muito singular, pois busca despertar no público seu inferno particular. Os 34 sacos - contendo pesos, medidas, volumes e sons diversificados - poderão ser arrastados, carregados e largados por qualquer lugar da mostra.

Os 34 cantos/poemas que inspiraram as obras de Rauschenberg poderão ser ouvidos pelos visitantes através de uma estrutura especial. Outra ação que objetiva a inclusão social e cultural é a disposição das obras na altura ideal para cadeirantes e crianças para que essas pessoas possam apreciar toda a exposição sem dificuldades.

Pintor, escultor, gravador, fotógrafo e design, Robert Rauschenberg atuou como uma ponte importante entre o Expressionismo abstrato e a Pop Art, destacando-se pela possibilidade de ampliar as discussões relativas aos movimentos urbanos, ao desafiar a ideia tradicional de trabalhar num só meio ou num só estilo. Foi homenageado em importantes momentos de consagração mundial. Criador de vanguarda é considerado um dos primeiros a explorar a ideia de que arte e vida não deveriam andar tão separadas.


Robert Rauschenberg - O Inferno de Dante
Quando? Das terças aos domingos, até 12 de julho de 2015.
Onde? Centro Cultural Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro
Quanto? Evento Gratuito

Curadoria: Claudia Lopes e Simone Ajzental
Mais informações: (21) 2253-1580

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Era Uma Vez Leminski

Era Uma Vez Leminski é um espetáculo de contação de histórias que apresenta para o público infantil a vida e a obra do poeta Paulo Leminski. As atrizes Laura Telles e Viviane Netto, contam a história do menino Leminski, desde seu nascimento até o primeiro contato com o bicho alfabeto. O boneco-Leminski, manipulado pelas atrizes, vive uma grande história de amor com as palavras e descobre que com elas pode expressar todos os seus sentimentos. Apaixonado por Alice ele declara seu amor em forma de poemas e músicas, apresentando a poesia também na encenação. Depois de viajar através da poesia, o boneco-Leminski descobre que ser poeta é fácil, basta ficar muito amigo do bicho alfabeto e nunca parar de sonhar.

Tomando como base uma pesquisa respaldada por trabalhos práticos de improvisação, Era Uma Vez Leminski lança mão, ao mesmo tempo da musicalidade brasileira (através de ritmos como o forró, frevo e maracatu) e da poesia de Leminski. Explorando a literatura, as cantigas de roda e o teatro de bonecos, este espetáculo de contação de histórias pretende agradar crianças de todas as idades.

Ficha técnica:

Texto: Companhia Histórias Pra Boi Dormir
Direção: Duda Maia
Música: Leonardo Miranda
Elenco: Laura Telles e Viviane Netto


Era Uma Vez Leminski
Quando? Domingo, 21 de junho, às 17h
Onde? Midrash Centro Cultural
Rua General Venâncio Flores, 184 - Leblon
Quanto? Evento Gratuita


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9ª VideoAtaq


A nona edição do VideoAtaq chega pela primeira vez na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, na sexta-feira dia 19 de junho reafirmando o conceito do evento que alia arte e tecnologia, combinando música, imagens em tempo real, projeções, instalações e performances audiovisuais.

Com grande apuro estético e com conteúdo cultural de qualidade para atrair jovens e adultos, o evento apropria-se das festas de rua e do experimentalismo em meio à cultura digital.

Foto: Jodele Larcher
O VideoAtaq é um evento idealizado por Jodele Larcher, diretor de TV há mais de 30 anos e VJ, e vai integrar a programação da Semana Francesa da Camara de Comércio França-Brasil, recebendo o apoio do Instituto Francês. A programação inclui a ocupação do Teatro de Câmara e da área externa da esplanada do 1º andar da Cidade das Artes.

A atração internacional deste ano será o Nonotak, duo franco-japonês formado por Noemi Schipfer e Takami Nakamoto. Os artistas criam um espaço virtual e real em sincronismo melódico e técnico e cruzam com imagens mapeadas de projeção em estruturas geométricas multi-tela. Parte instalação de arte visual e parte música eletrônica ao vivo, as criações do Nonotak são um espetáculo para ser visto e um universo incomparável de metamorfose sonora, fácil o suficiente para se perder dentro. Eles irão apresentar a obra Especulação Tardia (Late Speculation), uma cabine triangular feita a partir de três telas no qual Noemi cria um desenho de luz interagindo com um glitch experimental composto por Takami.

Nonotak já se apresentou em festivais na Bélgica (Stereolux, Mirage e Vision'r), França, EUA (AxcessArt e Playgrounds Festival), Holanda e, recentemente aqui no Brasil, no Festival Multiplicidade de 2014.

Co-headliner da noite, Robertinho de Recife, considerado um dos grandes guitarristas brasileiros, irá apresentar uma performance inédita e especial para o VideoAtaq. Batizada de Eletrolight, a apresentação traz a virtuosidade e a autenticidade musical de Robertinho de Recife e a eletrônica de seu filho Fhorggio no comando dos sintetizadores em um espetáculo multimídia. Uma combinação de som, fúria e show de luz.

O VideoAtaq convida para a área externa festas e manifestações que ganharam as ruas e lançaram tendências.

O elenco é composto pela banda Biltre, acompanhada de sua icônica Bananobike Sound System que atraiu mais de 20 mil pessoas em blocos do carnaval do Rio de Janeiro neste ano. A Bike traz ainda a irreverente experiência do Karaokê com gás Hélio, uma brincadeira que promete dose extra de entretenimento.

A festa Live B.L.E.S.S, baseada nas leis estabelecidas pelo sound system, celebrará a cultura jamaicana e caribenha em uma manifestação que não deixará ninguém parado.

Encerrando a noite, os DJs da Manie Gang tocando um set com referências de Electro Swing, Swing, Electro Blues, New Jazz e outros RetroBeats; Beats dos anos 20, 30, 40 e 50 misturados com os beats de amanhã.

Nos visuais e videomapping a dupla Folkatrua VJs com Guigga Tomaz e Super Praia, parceiros há muitos anos do VideoAtaq.


9ª VideoAtaq
Quando? Sexta, 19 de junho, das 20h às 2h
Onde? Cidade das Artes
Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca
Quanto?
R$ 100,00 (inteira para todos os ambientes)
R$ 50,00 (meia ou com e-flyer para todos os ambientes)
R$ 50,00 (inteira somente para área externa)
R$ 25,00 (meia ou com e-flyer somente para área externa)

Mais informações: (21) 3325-0102 / www.cidadedasartes.org


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II Semana do Violino: Formas Sonatas

Evento acontece no Theatro Municipal entre 22 e 28 de junho com palestras e concertos diários

Produzido e dirigido por Ayran Nicodemo, neste ano o evento é dedicado às sonatas, traçando breve panorama do instrumento desde os compositores barrocos aos brasileiros Miguez, Mahle e Villa-Lobos


Foto: Leonardo Lacerda

Uma semana inteira com palestras e concertos, todos com um tema em comum: o violino. Assim é a proposta da II Semana do Violino, que acontecerá em junho no Theatro Municipal entre os dias 22 (segunda-feira) e 28 (domingo), com produção e direção artística do violinista Ayran Nicodemo, que também integra a Orquestra do Theatro Municipal. Neste ano, o evento vai se debruçar sobre o gênero "sonata", cujo processo de nascimento e transformação se deu muito próximo ao desenvolvimento do repertório violinístico. Não por acaso, há sonatas para violino em todos os períodos da história da música ocidental desde sua gênese no Barroco, e seu desenvolvimento influenciou inclusive as formas de Concerto (solista acompanhado de orquestra) e de Sinfonia.

O evento, que se realizará sem patrocínio oficial e através de crowdfunding, vai traçar um breve panorama das histórias da música e do violino, começando com os compositores barrocos até a ampliação dos horizontes por Beethoven, a consolidação do Romantismo com Paganini, Mendelssohn e Brahms, e finalmente em seus desdobramentos, aqui no Brasil, com Miguez, Mahle, Guerra Peixe e Villa Lobos.

Ayran Nicodemo - Foto ©Ariel Subirá
Os concertos, diários, serão precedidos por palestras ministradas por compositores e intérpretes como Paulo Bosisio, Paulo Dantas, Ricardo Amado, Luis Otávio Santos, Edson Queiroz, Leonardo Lacerda e Adonhiran Reis. No dia 22, segunda-feira, a programação musical começa com as intensas e pouco executadas sonatas Desesperance, do Maestro Villa-Lobos, por Ricardo Amado (violino) e Flávio Augusto (piano). Na terça, o concerto de Leonardo Lacerda (violino) e Celso Faria (violão) trará sonatas escritas para estes dois instrumentos, enquanto, na quarta, o Duo Queiroz Gazire interpreta a integral das três sonatas do grande mestre do Romantismo, Félix Mendelssohn. Na quinta, o violinista Adonhiran Reis e a pianista Kátia Baloussier interpretam sonatas de L. Miguez e Guerra Peixe, além de algumas peças do pouco lembrado violinista brasileiro Manoel Joaquim de Macedo. Na sexta, Paulo Bosisio (violino) e Flávio Augusto (piano) interpretam as arrebatadoras e apaixonantes sonatas de J. Brahms, auge do Romantismo alemão. No sábado, dia 27, Luis Otávio Santos e João Rival executarão as sonatas barrocas com instrumentos de época - violino barroco e cravo - que possui diferenças significativas com o violino moderno. No último dia, domingo, o Duo Stretto interpreta duas das mais conhecidas sonatas de Beethoven: a Sonata Primavera e a famosa A Kreutzer.

"A Semana do Violino possui dois objetivos muito bem definidos: promover a cultura violinística, e aproximá-la do dia a dia das pessoas. E é com o foco didático que as palestras antes de cada concerto têm sua razão de ser. É necessário compartilhar seu universo, seu contexto, concomitante à prática musical, permitindo assim que os cariocas possam usufruir e se apropriar do tesouro que é este patrimônio secular da humanidade", declara Ayran Nicodemo.

Programação:

Segunda, 22 de junho:
19h - Palestra: Prof. Paulo Dantas
20h - Concerto: Ricardo Amado e Flávio Augusto – Villa-Lobos e Grieg

Terça, 23 de junho:
19h - Palestra: Ricardo Amado
20h - Concerto: Leonardo Lacerda e Celso Faria - Violino e Violão

Quarta, 24 de junho:
19h - Palestra: Leonardo Lacerda
20h - Concerto: Duo Queiroz Gazire (Edson Queiroz e Valéria Gazire) – F. Mendelssohn

Quinta, 25 de junho:
19h - Palestra: Edson Queiroz
20h - Concerto: Adonhiran Reis e Kátia Baloussier - L. Miguez, Guerra Peixe, Joaquim Manoel de Macedo

Sexta, 26 de junho:
19h - Palestra: Adonhiran Reis
20h - Concerto: Paulo Bosisio e Flávio Augusto – J. Brahms

Sábado, 27 de junho:
19h - Palestra: Paulo Bosisio
20h - Concerto: Luis Otávio Santos e João Rival - Sonatas Barrocas

Domingo, 28 de junho:
17h - Palestra: Luis Otávio Santos
18h - Concerto: Duo Stretto (Ayran Nicodemo e Pablo Panaro) – Beethoven


II Semana do Violino
Quando? 22 a 28 de junho de 2015
Onde? Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Av. Almirante Barroso, 14/16 - Centro
Quanto? R$ 10,00 (inteira) /  R$ 5,00 (meia)

Classificação livre
Capacidade (144 lugares)


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Festival Curta com Teatro no Museu Militar

Festival Curta com Teatro apresenta filmes e peças no Museu Militar Conde de Linhares




No dia 21 de junho o Museu Militar Conde de Linhares recebe o Festival Curta com Teatro. O evento gratuito apresenta o curta-metragem Em Trânsito, de Cavi Borges, além da peça Dois Proveitos em Um Saco, de França Júnior.

O Festival acontece de março a dezembro todo o 3º domingo do mês no Salão das Bandeiras do Museu Militar Conde de Linhares, e todo 1º sábado do mês, no Forte de Copacabana.

Programação:

Filme: Em Transito, de Cavi Borges
Ex-namorados passam o dia juntos até ela voltar ao aeroporto e seguir viagem.

Peça: Dois Proveitos em um Saco, de França Junior
Ou “Dois coelhos numa cajadada só”... O intruso e o marido. Graças à astúcia feminina.


Festival Curta com Teatro 2015
Quando? Domingo, 21 de junho, às 11h
Onde? Salão das Bandeiras do Museu Militar Conde de Linhares
Avenida Pedro II, 383 - São Cristóvão
Quanto? Evento Gratuito


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Teatro infantil em prol da solidariedade


A vida imita a arte e, muitas vezes, a arte pode ensinar à vida boas lições de solidariedade. É com esse propósito que a creche-escola Ativa-Idade vai promover o musical Aquecendo os corações, no Baixo Bebê da Lagoa Rodrigo de Freitas, no dia 20 de junho, às 9h30. A apresentação será gratuita e contará com a participação das crianças. Além disso, o evento dará início a uma campanha voltada para a arrecadação de agasalhos.

Segundo Monica Radspieler, diretora da escola, a história é sobre uma família com filhos pequenos que vive no Rio de Janeiro e está vivenciando a chegada do inverno. Numa manhã muito fria, no trajeto para a escola, Isabela, a caçula de quatro anos, começa a se questionar sobre o motivo pelo qual algumas crianças na rua estarem passando frio e leva essa reflexão para sua escola. Pensando em como ajudá-las, professores e alunos descobrem que diversas instituições, como, por exemplo, o Instituto Nacional de Câncer (INCA), recolhem e distribuem agasalhos.

- Dessa forma, através do teatro apresentado, propomos uma linda solução, mobilizando todos os moradores da região e da comunidade do bairro em prol dos mais carentes - diz Monica.

De acordo com a diretora, o objetivo é fazer com que, de forma simples e sensível, os alunos possam juntos perceber e refletir sobre os problemas da sociedade. "Queremos mostrar ser possível, por meio de pequenas ações, individuais e coletivas, transformarmos o mundo em um lugar melhor e mais justo."

Monica explica ainda que o projeto foi elaborado desde o início com a participação das crianças de 2 a 6 anos, que vem trabalhando de forma ativa e sustentável, diversas áreas do conhecimento simultaneamente. O contato com as artes, por exemplo, está sendo feito na confecção do cenário a partir de materiais reciclados e coletados pelas próprias famílias dos alunos.

- As ciências vão ser exploradas quando tratarmos das estações do ano. Abordaremos a linguagem na construção do enredo e na elaboração do convite. Em relação à música, toda a trilha sonora foi composta pela professora da escola de acordo com o tema, envolvendo diferentes ritmos e culturas, transmitindo muita alegria e emoção a todos presentes - relata.

Na página do facebook da creche, estarão disponíveis para download, gratuitamente, todas as músicas que serão contadas na peça. "Como todas as letras são voltadas para a solidariedade, será mais uma forma de pais e filhos poderem se envolver com a cidadania, mesmo que não possam comparecer ao evento".


Aquecendo os Corações
Quando? Sábado, 20 de junho, às 9h30
Onde? Baixo Bebê Lagoa
Parquinho na Lagoa Rodrigo de Freitas, próximo a Igreja Santa Margarida Maria
Quanto? Evento Gratuito

Download das músicas disponível em:


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#Ocupa Jovem – Encontro Juventude do Teatro do Oprimido na Maré


O termo Ocupa Jovem faz referência à ocupação policial que está sendo feita na comunidade do Complexo de Favelas da Maré, localizado na zona norte do Rio de Janeiro, mas que o #Ocupa Jovem - Encontro Juventude do Teatro do Oprimido na Maré vai fazer com arte, teatro e juventude! Na ocasião serão apresentados os espetáculos A Resposta só é não?, Marcha Borboleta e Em Uma Família. Haverá também duas Rodas de Conversa: Direitos de Gênero e Direito à Cidade. O Encontro acontece no dia 20 de junho, das 10h às 16:30h, na Arena Carioca Dicró, localizada no Parque Ary Barroso, Rua Flora Lôbo s/nº, na Penha, com ingressos grátis.

As peças contam histórias reais vividas pelos jovens moradores da Maré, como por exemplo o preconceito que existe no mercado de trabalho em relação ao morador de comunidades pobres ou questões de gênero, como o machismo e o assédio sexual. A discussão sobre preconceito e machismo segue mesmo depois da peça terminada. A técnica usada é o Teatro Fórum, que leva para além do palco as questões da sociedade que precisam ser mudadas. Assim, para fortalecer o diálogo entre o oprimido e o opressor, o curinga, como são chamados os facilitadores dos grupos, pergunta ao público como eles resolveriam o impasse. Mas não basta o espectador dizer o que faria, ele tem que subir no palco e mostrar. Neste momento um espectador substitui o ator na cena interpretando a alternativa pensada. Em seguida o público discute se aquela alternativa colabora na solução. Muitas alternativas podem existir e outros espectadores entram em cena. Nesse momento a improvisação é que vale. A principal característica dos espetáculos é essa participação.

A Roda de Conversa Direitos de Gênero pretende aprofundar a discussão levantada nos espetáculos Em Uma Família e Marcha Borboleta, com participação de Amanda Palma do Núcleo de Mulheres Jovens da CANTRA – Casa da Mulher Trabalhadora e Mônica Francisco, colunista do Jornal do Brasil e representante da Rede de Instituições do Boerl. Com as especialistas na temática junto a organizações da sociedade civil, o debate será abrasado com a plateia e mediado pela socióloga e Curinga do CTO Monique Rodrigues.

A Roda de Conversa Direito à Cidade pretende aprofundar a discussão sobre o tema do preconceito ao morador da favela e seu acesso à cidade enquanto espaço político social levantado pelo espetáculo A resposta só é não? com participação de Michelle Lacerda, da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e Gizele Carolina, repórter de O Cidadão – A comunicação comunitária do conjunto de Favelas da Maré, seguidas de debate mediado pelo jornalista e Curinga do CTO Alessandro Conceição.


Teatro do Oprimido na Maré

Desde o início de 2014 o Centro de Teatro do Oprimido - CTO realiza no Complexo de Favelas da Maré o Projeto Teatro do Oprimido na Maré. Patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental e da SENAD - Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas/Ministério da Justiça por meio do Programa Viva Jovem, as atividades acontecem com a participação da juventude local que através do teatro faz a leitura estética da realidade em que vive buscando conhecer, debater, propor e intervir com novas formas de atuação comunitária. A partir da metodologia do Teatro do Oprimido, criado pelo teatrólogo Augusto Boal, e internacionalmente reconhecido, os oprimidos podem discutir sua realidade no teatro para propor uma transformação real em suas vidas.

Nos primeiros meses de atuação na Maré, em início de 2014, o Projeto Teatro do Oprimido na Maré realizou dezenas de oficinas demonstrativas do método em diversas localidades da comunidade. Dessas oficinas foram selecionados 35 jovens, entre 15 e 20 anos, todos moradores da Maré, para a formação de três grupos de Teatro do Oprimido, os chamados GTOs. Esses jovens receberam oficinas na metodologia do Teatro do Oprimido, participaram de aulas de musicalização, cenografia, poesia e cultura digital. A partir do início de 2015, os GTOs Maré 12, Marear e Maremoto, acompanhados de profissionais de som e imagem, referências para a criação sonora e cenográfica, montaram seus espetáculos, cujos temas são ligados as "problemáticas" do cotidiano dos jovens que moram na Maré. A escolha da temática do espetáculo e a concepção do texto foram dos próprios jovens, como é usual do método.

O Teatro do Oprimido colabora para que o cidadão se torne protagonista da própria vida. Segundo Augusto Boal: "O primeiro princípio do Teatro do Oprimido é transformar o espectador, que é um ser passivo, em ator, que é um ser ativo. Nós procuramos transformar uma pessoa que não faz nada numa pessoa que determina as coisas que serão feitas."

As apresentações públicas dos espetáculos de Teatro-Fórum acontecem de maio até novembro de 2015 em diversas localidades do Complexo da Maré e em novembro os três grupos se encontram para participarem do Festival Juventude da Maré a ser realizado um teatro no Centro da Cidade do Rio de Janeiro. As apresentações são sempre com entrada gratuita.

Espetáculos:

A RESPOSTA SÓ É NÃO?
Texto e Músicas: Criação coletiva GTO Marear
Sinopse: A peça de Teatro-Fórum fala do preconceito sofrido por moradores de favela no mercado de trabalho. Diogo, morador da Maré consegue um emprego numa multinacional. Porém, ao descobrirem sua origem, é demitido. A partir daí, a plateia é convidada a substituir o protagonista e no lugar dele, propor alternativas.
Elenco/GTO Marear: Carina Santos, David Carvalho, Gabriel Horsth, Gabriel Affonso, Gustavo Glauber, Jessica Vasconcelos, Joyce Vasconcelos, Kamyla Galdeano, Kíscila Tasciane, Luciana Nunes, Guta Almeida, Matheus Affonso, Luiz Fernandes, Rodrigo Machado, Tailane Santos, Lene Santos e Dayane Souza.
Direção: Janna Salamandra e Alessandro Conceição
Direção Musical: Roni Valk
Direção de Imagem: Cachalote Mattos
Cenário: Cachalote Mattos
Figurino: Nivea Nascimento
Maquiagem: Wellington Leão
Adereços: Mauro Soh

MARCHA BORBOLETA
Texto e Músicas: Criação coletiva GTO Maremoto
Sinopse: Depois do ensaio teatral, Léo e Duda se despedem com o combinado de convidarem seus pais para a grande estreia. Em casa, Léo se depara com a irredutível ideia do pai de que somente o trabalho de mecânico garantirá seu futuro. Mas e o sonho de Léo fazer teatro? Duda é surpreendida por seu tio, enquanto estão sozinhos, com um presente muito sexy. Como apoiar uma jovem que sofre assédio sexual do próprio tio? A partir daí, a plateia é convidada a substituir os protagonistas e no lugar deles, propor alternativas.
Elenco/GTO Maremoto: Kyara Elane, Bárbara Assis, Kelly Ramos, Max Waldorf, Nanny Cunha, Patrick Torres, Jeferson Luciano, Rafaella Pereira, Anderson Oliveira, Lucas Brynner e Vinicius Alves.
Direção: Claudete Felix e Flavio Sanctum
Direção Musical: Roni Valk
Direção de Imagem: Cachalote Mattos
Assistente de curinga: Marcela Farfan
Cenário: Zitto Bedat
Figurino: Kelly Régis
Maquiagem: Wellington Leão
Adereços: Mauro Soh

EM UMA FAMÍLIA
Texto e Músicas: Criação coletiva GTO Maré 12
Sinopse: A peça de Teatro-Fórum aborda o machismo que uma jovem de 15 anos sofre dentro de sua família. Ana sonha jogar futebol e tocar berimbau. Porém seu pai diz que futebol é pra homem. Ela quer sair e se divertir, o pai responde que filha tem que ajudar a mãe na faxina, ser boa dona-de-casa para ser uma verdadeira mulher. A partir daí, a plateia é convidada a substituir a protagonista e no lugar dela, propor alternativas.
Elenco/GTO Maré 12: Aparecida dos Anjos, Gabriela Guedes, Nara Gomes Freire, Nayla Gomes Freire, Maiara Mendonça e Jhenifer Melo.
Direção: Monique Rodrigues, Alessandro Conceição e Claudete Felix
Direção Musical: Roni Valk
Direção de Imagem: Cachalote Mattos
Cenário: Cachalote Mattos
Figurino e Maquiagem: Wellington Leão
Adereços: Mauro Soh


#Ocupa Jovem – Encontro Juventude do Teatro do Oprimido na Maré
Quando? Sábado, 20 de junho, das 10h às 16h30
Onde? Arena Carioca Dicró
Parque Ary Barroso, Rua Flora Lôbo, s/n - Penha Circular
Quanto? Evento Gratuito

10h – Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “A Resposta só é não?” com o GTO Marear.
11h – Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “Marcha Borboleta” com o GTO Maremoto.
12h – Roda de Conversa Direitos de Gênero
13h às 14h (intervalo)
14h – Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “Em uma família” com o GTO Maré 12.
15h – Roda de Conversa Direito à Cidade
16h – Plenária do Projeto Teatro do Oprimido na Maré

Classificação LIVRE
Mais informações:  (21) 3486-7643 / http://www.ctorio.org.br/ctomare


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Renato e seus Blue Caps


Três irmãos (Renato, Paulo e Edson) resolveram montar uma banda no final dos anos 50, influenciados por Elvis, Little Richard e Bill Halley. Hoje, com 42 anos de carreira, o grupo Renato e seus Blue Caps continua se reinventando e conquistando novos públicos. A apresentação na Arena Jovelina Pérola Negra será no dia 20/06 (sábado), às 21h. Os ingressos variam entre R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada). A classificação do show é 14 anos.

A atual formação da banda conta com Renato Barros (guitarrista, vocalista e compositor), Gelson Moraes (baterista), Cid Chaves (saxofonista e vocalistas), Darci Velasco (tecladista) e Amadeu Signorelli (baixista). Entre as músicas do repertório do show estão os grandes sucessos como O meu primeiro amor e Até o fim de Lennon e McCartney, Gatinha manhosa de Roberto Carlos, Festa de arromba de Erasmo Carlos, entre outras.


Renato e seus Blues Caps
Quando? Sábado, 20 de junho, às 21h
Onde? Arena Jovelina Pérola Negra
Praça Ênio, s/n - Pavuna
Quanto? R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada)

Classificação: 14 anos
Mais informações: (21) 2886-3889


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Banda Filarmônica do Rio de Janeiro realiza concerto na Arena da Penha


No dia 19 de junho a Banda Filarmônica do Rio de Janeiro apresenta o concerto Rio - 450 anos de Música Carioca na Arena Carioca Dicró. O repertório do espetáculo é dedicado a músicas relacionadas aos 450 anos do Rio de Janeiro, traçando um painel musical da história da cidade. São privilegiados célebres compositores cariocas que contribuíram para cultura e para a música brasileira. Entre eles estão: Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Pixinguinha, Noel Rosa, Villa-Lobos e Tom Jobim, entre outros.

Programa:

Série Rio 450 Anos de Música Carioca
Obras de D. Cervo, Pe. José Maurício Nunes Garcia, H. Villa-Lobos, Radamés Gnattali, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, entre outros.


Rio - 450 Anos de Música Carioca
Quando? Sexta, 19 de junho, às 20h
Onde? Arena Carioca Dicró
R. Flora Lôbo - Penha Circular
Quanto? Evento Gratuito




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AfroRio ocupa o Clube Carioca


A Festa AfroRio está de volta com uma mistura original de um repertório black music, que passeia pelo hip-hop, samba-rock e funk 70 e ganha um molho especial de atabaques, congas, surdos e pandeiros. Destinada para um público acima dos 30 anos, a festa acontece nos meses de maio e junho.

A noite conta com Wellington Soares (percussão) e Dudam (DJ), que tocam juntos há mais de uma década no Rio, São Paulo, Brasília e Juiz de Fora. A Festa tem participação especial de Paulo Negueba e Gerominho do Trompete.

Wellington, integrante da banda Eletrosamba e com passagem pelo Rappa, convida diferentes percussionistas para acompanhá-lo na produção do remix que faz ao vivo das musicas selecionadas por Dudam. Essa é marca criativa exclusiva da festa.

DJ Dudam soltou bases para grandes nomes da música pop brasileira, que já participaram da festa: Ivete Sangalo, Seu Jorge, Carlinhos Brown, Marcelo D2, Bezerra da Silva, Pedro Luís e Monobloco, Fernanda Abreu, Orishas (grupo de hip-hop cubano), Cláudio Zoli, Rogério Flausino (do Jota Quest), Paula Lima, Sandra de Sá, entre outros.

"O som da festa AfroRio se renova a cada apresentação. É uma referencia carioca que empolga brasileiros e estrangeiros. Um programa com garantia de pista cheia e ambiente gostoso para fazer bagunça com os amigos. A festa comemora 15 anos em 2015", conclui DJ Dudam.


Festa AfroRio
Quando? Sexta, 19 de junho, a partir das 21h30
Onde? Clube Carioca
R. Jardim Botânico, 650 - Jardim Botânico
Quanto? R$ 40,00

Mais informações: (21) 2540-6481


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Lira - O Labirinto e o Desmantelo

Lira, o pernambucano, idealizador do grupo Cordel do Fogo Encantado, lança segundo trabalho solo em duas apresentações.



Ex-integrante do Cordel do Fogo Encantado, o músico e compositor pernambucano Lira desembarca com a turnê de lançamento de seu segundo disco solo, O labirinto e o desmantelo, na Caixa Cultural Rio de Janeiro. Serão dois shows, nos dias 26 e 27 de junho (sexta-feira e sábado), às 19h. É a primeira vez que o show será apresentado na capital fluminense.

No show no Teatro de Arena da Caixa, Lira será acompanhado pelos músicos Neilton Carvalho (guitarra), Marcos Leite Till (baixo), Angelo Medrado (bateria) e João Leão (teclados). A apresentação terá, principalmente, canções do novo álbum de Lira mas, também, músicas do seu primeiro disco solo, Lira (2011) e algumas dos tempos do Cordel do Fogo Encantado.

"A Caixa Cultural abre o seu espaço, valorizando minha mais recente criação artística e aproximando o público através da conversa sobre poesia e música em um show intimista", diz Lirinha.

Concebido nos últimos dois anos, O labirinto e o desmantelo traz 11 faixas que aprofundam o psicodelismo elétrico construído no trabalho anterior. O disco conta com a participação especial da cantora Céu na faixa Filtre-me, como compositora e intérprete, em uma parceria inédita.

Ficha técnica:
Vocal: Lira
Guitarra: Neilton Carvalho
Baixo: Marcos Leite Till
Bateria: Ângelo Medrado
Teclado: João Leão
Sonorização: Carlos Feitosa
Iluminação: Jathyles Miranda
Produção: Patricia Mortari
Produção executiva/manager: Priscila Melo


Show Lira - O labirinto e o desmantelo
Quando? Sexta e sábado, 26 e 27 de Junho de 2015, às 19h
Onde? Caixa Cultural Rio de Janeiro - Teatro de Arena
Av. Almirante Barroso, 25 - Centro
Quanto? R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)

Duração: 100 minutos
Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
Classificação Indicativa: livre
Mais informações: (21) 3980-3815


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Evgeny Kissin

Considerado um dos maiores pianistas da atualidade, o prodígio da escola russa de piano é mundialmente aclamado pela qualidade técnica impecável e pelas sofisticadas escolhas de repertório e interpretação.




Considerado um dos maiores pianistas de sua geração e uma das mais instigantes personalidades do mundo clássico na atualidade, Evgeny Kissin estará no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 23 de junho, para uma apresentação única pela Série O GLOBO / Dell’Arte Concertos Internacionais 2015. Um dos artistas mais requisitados pelas principais salas de concertos do mundo, Kissin já se apresentou também ao lado de regentes do quilate de Karajan, Abbado, Ashkenazy, Dohnanyi, Giulini, Levine, Maazel, Muti e Ozawa. No recital do Rio de Janeiro, o pianista apresentará obras de Mozart, Beethoven, Brahms, Albeniz e Larregla.

Aos seis anos de idade, Evgeny Kissin ingressou na Escola de Música Gnessin, em Moscou, uma escola especial para crianças bem-dotadas. Um dos maiores artistas clássicos de nosso tempo, Kissin já recebeu diversos tributos e prêmios, incluindo um Grammy de Melhor Performance Instrumental de Solista Sem Orquestra em 2006 e outro de Melhor Performance Instrumental de Solista Com Orquestra em 2010. Em 2000, inspirou o documentário Evgeny Kissin: The Gift of Music, de Christopher Nupen, lançado em vídeo e DVD pela RCA Red Seal.

Programa:

WOLFGANG AMADEUS MOZART
Sonata Nº 10 em Dó maior, K.330
Allegro maestoso
Andante cantabile
Allegretto
Ludwig van Beethoven
Sonata Nº 23 em Fá menor, op. 57 – “Appassionata”
Allegro assai
Andante con moto
Allegro ma non troppo – Presto

INTERVALO

JOHANNES BRAHMS
Três Intermezzi, op. 117
Andante moderato – Mi bemol maior
Andante non troppo e con molta espressione – Si bemol menor
Andante con moto – Dó sustenido menor
Isaac Albeniz
Granada
Cadiz
Córdoba
Astúrias
Joaquín Larregla
¡Viva Navarra!


Evgeny Kissin
Quando? Terça, 23 de junho, às 20h
Onde? Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, s/n - Centro
Quanto? Ingressos de R$ 50,00 a R$ 420,00


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Casuarina lança CD "No Passo de Caymmi" dia 30 de junho


O Palco Petrobras Premmia recebe no dia 30 de junho o grupo Casuarina lançando o CD No Passo de Caymmi, uma homenagem ao centenário do compositor baiano, no Theatro Net Rio, em Copacabana.

Que sua obra é atemporal, ninguém discute. Dorival Caymmi, que completaria 100 anos em 2014, é a razão de ser do novo CD de estúdio do Casuarina, o sexto do grupo. No Passo de Caymmi (Superlativa) reúne 17 canções representativas de todas as fases da carreira do artista, um dos maiores da história da música brasileira, e apresenta um Casuarina mais intimista.

É o primeiro CD gravado exclusivamente pelo quinteto, sem músicos convidados, overdubs ou instrumentos "estrangeiros" à sua formação. Mantendo a coerência com o estilo artesanal escolhido para o disco (a arte, por exemplo, foi toda desenhada a mão por Diogo Montes), eles decidiram deixar as vozes e os instrumentos o mais natural possível, tal como foram gravados, praticamente sem fazer uso de ferramentas de afinação e pós-produção. Não é coincidência que a obra do compositor tenha sido o estopim para que o Casuarina buscasse a sofisticação na simplicidade: artesão do mínimo, Caymmi criou personagens, histórias e linguagens com uma capacidade de síntese sem paralelos no nosso cancioneiro.

No repertório, lendárias canções praieiras, como É Doce Morrer no Mar e O Bem do Mar; alguns de seus sambas-canção, já com ares bossanovistas, como Dora e Marina; sambas irreverentes, como A Vizinha do Lado e Requebre Que Eu Dou Um Doce; e uma amostra das loas que teceu à sua terra natal, como Saudade da Bahia e Você Já Foi à Bahia?. Há, também, quatro clássicos registrados em forma de vinheta, que ajudam na transição entre os climas do disco: Suíte dos Pescadores, Maricotinha, Oração de Mãe Menininha e Maracangalha.

O CD foi gravado a partir do desejo do grupo de registrar os arranjos originais feitos por Daniel Montes e João Fernando para o projeto 100 Anos de Dorival Caymmi, elaborado por Gabriel Azevedo e apresentado na Caixa Cultural do Rio de Janeiro em maio de 2014. "Ao término dos ensaios, sabíamos que seria injusto que arranjos tão delicados se perdessem na efemeridade de poucos shows. Na semana seguinte já estávamos em estúdio gravando. Esse trabalho nos reconecta com a nossa essência e nos faz voltar a ter prazer de soar intimista", justifica João Cavalcanti, um dos vocalistas do Casuarina.


Lançamento do CD "No Passo de Caymmi"
Quando? Terça, 30 de junho, às 19h
Onde? Theatro Net Rio - Sala Tereza Rachel
Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana
(Shopping Cidade Copacabana)
Quanto? R$ 100,00

Mais informações: (21) 2147-8060 / 2148-8060

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Ya'Ya High-Fi estreia temporada no Al-Farabi


Comandada pelo DJ, pesquisador e produtor Marcelinho da Lua, a festa Ya'Ya High-Fi volta ao Centro da cidade do Rio de Janeiro, levando todo seu suingue, bom gosto e muitos discos de vinil!

Essa temporada consiste em 4 datas no Al-Farabi, charmoso restaurante localizado na Rua do Rosário. Além do dia 16, Da Lua toca nos dias 30 de junho e 7 e 21 de julho. A entrada é gratuita.

No som, Marcelinho e o convidado Donatinho fazem um passeio musical por hits e raridades de todos os tempos. Espere muito blues, sons jamaicanos, maxixe, maracatú, partidos, soul, funk e outras levadas!

A Ya'Ya High-Fi é uma festa/ponto de encontro de apreciadores do som do vinil e daqueles que se deixam levar por uma fabulosa batida oriunda do formato analógico. Entre os nomes que já passaram pela Ya'Ya estão Quantic (UK), Gilles Peterson (UK), Fernando "Bugalú" Velez (The Dap-Kings/NY) e DJ Nuts (BR), entre muitos outros.


Ya'Ya High-fi
Quando? Terças, 16 de junho e 7 e 21 de julho, das 18 às 22h
Onde? Restaurante Al-Farabi
Rua do Rosário, 30 - Centro
Quanto? Entrada gratuita


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Conexão Pá RiBa

A Caixa Cultural Rio de Janeiro recebe a estreia do show Conexão Pá RiBa, nos dias 19 e 20 de junho (sexta-feira e sábado), às 19h. O trio de percussão Manari e os cantores e compositores Marco André, Pedro Luís e Pepeu Gomes se apresentam juntos no palco com o projeto, que traz no repertório sambas, afoxés, guitarradas, carimbós, rock e chorinhos e diversas linguagens musicais O nome do show faz alusão à mistura das iniciais de seus estados de origem - Pará, Rio e Bahia - e à expressão "pra cima". O baiano Pepeu - influência assumida pelos demais artistas -, foi um aglutinador desses músicos.

No decorrer do show, os músicos também mostrarão, separadamente, seus estilos e influências. Marco André mostra canções como Caringlobalizado e O bullying do brega. Os percussionistas do Manari tocam Chama Verequete (domínio público), além de Santeria cubana, parceria do trio com Marco André. As tradicionais Mil e uma noites de amor e Eu também quero beijar ganham releitura de Pepeu. Pedro Luís promete apresentar Eu caio no suingue e Carimbstep (dele e de Marco André), entre outras composições.

"O Brasil é repleto de diversidade do Oiapoque ao Chuí. Artistas consagrados bebem na fonte do inusitado, transformando inquietude criativa numa arma contra a mesmice", afirma o cantor, compositor, instrumentista e produtor Marco André. Natural de Belém (PA), Marco lançou cinco álbuns e um DVD com releituras da música do Norte do país, incluindo tecno-carimbó e guitarradas. Nem revi nem laite e Amazônia Groove são alguns dos seus trabalhos que receberam ótima acolhida da crítica especializada.

Considerado como um dos dez melhores guitarristas do mundo na categoria world music, Pepeu Gomes formou os Novos Baianos com Moraes Moreira, Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Baby Consuelo, na década de 1970. Pepeu lançou 16 discos solo, incluindo o CD e DVD De espírito em paz - ao vivo (2004), e Eu não procuro o som (2011).

Pedro Luís tem 25 anos de carreira e é famoso por arrastar multidões com o Monobloco, além de ter passagem por bandas como A Parede. O cantor, compositor e arranjador lançou recentemente um projeto autoral intitulado Aposto, que faz um apanhado de canções de sua autoria consagradas por vozes femininas, como por exemplo, Zélia Duncan, Roberta Sá, Mart’nália e Adriana Calcanhotto.

Os Manaris Kleber Benigno, Márcio Jardim e Nazaco Gomes são percussionistas especializados nos ritmos amazônicos e importantes nomes da atual cena musical paraense. No show, o Manari apresentará canções de seu novo álbum, produzido por Marco André com participação de Pedro Luís, e também do projeto CaBloco muderno, protagonizado com o conterrâneo Marco André, com a participação de Pepeu Gomes.

Ficha técnica:

Produção: Send Music
Músicos:
Pepeu Gomes - guitarra, bandolim, guitarra baiana e voz
Marco André - voz, violão, guitarra e guitanjo (mistura de guitarra e banjo de carimbo)
Trio Manari - percussão e voz
Pedro Luís - cavaquinho, violão e voz
Sonorização: Paulo Gustavo Moreira
Produção executiva: Flávia Souza Lima


Conexão Pá Riba
Quando? 19 e 20 de junho de 2015 (sexta e sábado), às 19h
Onde? Caixa Cultural Rio de Janeiro - Teatro de Arena
Av. Almirante Barroso, 25 - Centro
Quanto? R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)

Duração: 80 minutos
Classificação Indicativa: Livre
Mais informações: (21) 3980-3815


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